Google e Facebook cortam sites de notícias falsas

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 Google e Facebook adotaram medidas para cortar a receita de publicidade de sites com informações falsas, após uma onda de críticas sobre o possível papel que notícias equivocadas tiveram na eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos.
“Vamos começar a proibir a publicidade do Google em conteúdos enganosos, da mesma maneira como já proibimos a publicidade mentirosa”, afirma o Google em um. “No futuro, vamos restringir a veiculação de anúncios em páginas que deturpam, distorcem ou escondem informações sobre seus editores, conteúdos ou o objetivo básico do proprietário do site.”
A iniciativa das duas empresas, que controlam grande parte do fluxo de publicidade na internet, pretende abalar economicamente uma indústria que se alimenta com frequência de informações sensacionalistas e muitas vezes falsas.

Em uma entrevista à BBC, o presidente do Google, Sundar Pichai, reconheceu que “vários incidentes” já haviam sido registrados com sites denunciados por difundir informações falsas e que a empresa não havia tomado as decisões corretas.

“Então este é um momento de aprendizado para nós e vamos, definitivamente, trabalhar para consertar”, disse.

O Facebook implementará a mesma política. “Nós não integramos nem exibimos publicidade em aplicativos ou sites de conteúdo ilegal, enganoso ou mentiroso”, afirmou a empresa em um comunicado

 

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